quinta-feira, maio 05, 2016

Onde o bem inunda

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    Em volta, enquanto eu envolta na volta, disse , já volta.

Eu não me prendo porque eu sei que o que nasceu para estar no meu caminho já é meu em outro tempo. Eu me apaixonei outra vez, e eu são tão absurdamente apaixonada por pessoas. Dificilmente (infelizmente até) no sentido romântico. 

Eu me perdi e gostei dos caminhos que encontrei e me encontraram, e das pessoas que brilham os olhos em torno. Mas sobre ele, devo dizer, que a batida mais pulsante foi feita para os seus pés. Que o meu olhar desconfiado, porém hipnotizado e constante é para o seu movimento que vejo em periférico. 

Nos percebemos em forças de natureza contrária. inclusive as reações foram opostas. Mas a cor que delineia o entendimento muda de tom em todo próximo questionamento, que eu emudeci pois a razão aqui é ansiosa e imprecisa no que resulta.

A vida dos outros toca a minha alma em lapsos de memórias de coisas invisíveis. E eu entendo o outro, o sinto, e há afeto simples sem mergulhos. Aprendo vendo porque sinto. 

Mas e então há alguém que nem a minha simpatia tem, e tão rápido quanto ressaca do mar, destrói barreiras que nem via. E nenhum outro e nada é lembrado, nem sequer ele mesmo (pelos próximos segundos).

do que mesmo eu estava falando?






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